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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Belezinha


Belezinha diz:
Que fico pensando em você...
Que eu gosto de escutar sua voz...
Fiquei achando que vc não gostou de mim...
Fiquei com ciumes das pessoas que ficaram com você, sendo que eu não tinha te beijado até então.
Que adorei ter te visto a tarde... que queria te beijado antes de ir embora.
Que gostei muito da sua pele... De dormir com você.
Das músicas que você colocou naquele cd, dos seus beijos.
Do seu jeitinho, do seu sorriso.
Que odiava toda vez que você falava do passado, ou das experiências na balada.
Enfim...
Talvez não exista uma pessoa "do mau". Talvez exista sim. Mas talvez eu só tivesse medo de sentir tudo isso que você me faz sentir.
Belezinha diz:
Sei que você pode não querer mais depois das coisas que fiz e dizia - e eu entenderia... - mas eu não consigo te esquecer.
E não vejo a hora de te ver de novo.
E sinceramente, a melhor parte do dia é quando sinto você perto de mim - através das mensagens, de e-mail e aqui.
Todas as vezes que queria ir embora é pq me incomodava eu gostar tanto de você. Pq vc me faz tão bem...
Como se fosse uma droga boa...

domingo, 13 de dezembro de 2009

Mis mejores canciones por ahora


A Encontrarte - Sin Bandera

Caminando veo la vida, veo que va desentendida, sin preocupación. Veo que sin razón el mundo nos aplasta en un segundo, esconde el amor. Lo que necesito es dejarme descubrir, lo único que quiero es detenerme junto a ti, aun no te conozco y ya te puedo distinguir, quiero hallarte para amarte. Estas en cada paso en cada instante siénteme, te puedo tocar y cada vez que mire hacia delante tu mirada me llevará. Dibujando veo el futuro como un niño me aventuro a la imaginación. Ese mundo sin bandera, siempre con la fe de fuera, hoy ya no es ilusión. Cerca te llevo de mí, tú eres quien me hace sentir que si a veces duele la vida no duele si voy a encontrarte


Que Me Alcance La Vida - Sin Bandera

Tantos momentos de felicidad, tanta claridad, tanta fantasía, tanta pasión, tanta imaginación y tanto dar amor hasta llegar el día, tantas maneras de decir Te Amo no parece humano lo que tu me das. Cada deseo que tu me adivinas, cada vez que ríes, rompes mi rutina y la paciencia con la que me escuchas y la convicción con la que siempre luchas, como me llenas, como me liberas quiero estar contigo si vuelvo a nacer. Le pido a Dios que me alcance la vida y me de tiempo para regresar aunque sea tan solo un poco de lo mucho que me das, le pido a Dios que me alcance la vida para decirte todo lo que siento gracias a tu amor. El sentimiento de que no soy yoy que hay algo más cuando tu me miras la sensación de que no existe el tiempo cuando están tus manos sobre mis mejillas, como me llenas como me liberas, quiero estar contigo si vuelvo a nacer.


Si Me Besas - Sin Bandera


Sé bien que ya no puedes dormir. Sueñas que yo sueño junto a ti. Sé bien que no quieres despertar sin mí. Yo sé que no hay nada qué perder. Que tú puedes ser esa mujer. La piel de la noche y del amanecer. Mírame no lo pienses más. Déjate llevar.
Si me besas una vez. Pongo el mundo a tus pies. Por tus labios pierdo la razón. Si me besas dos o tres. Mil estrellas bajaré. No hay medidas para el corazón. Si me besas una vez, yo vuelvo a nacer. Lo sé tienes miedo yo también. Lo sé es difícil de entender. Hablar sé que puede hacernos tanto bien. Es nuestra oportunidad. Basta de esperar.


Noviembre Sin Ti - Reik


La tarde se aleja, el cielo esta gris, la noche aparece sin ti.
Callado en la playa, te lloro en silencio otra vez. Me ahoga esta pena, no puedo vivir, las olas no me hablan de ti. Sentado en la arena escribo tu nombre otra vez. Por que te extraño desde aquel noviembre, cuando soñamos juntos a querernos siempre. Me duele, este frio noviembre, cuando las hojas caen a morir por siempre...
Noviembre sin ti, es sentir que la lluvia, me dice llorando que todo acabo.
Noviembre sin ti, es pedirle a la luna que brille en la noche de mi corazon, Otra vezz...Oh oh... otra vez...
Quisiera decirte, que quiero volver, tu nombre va escrito en mi piel. Ya es de madrugada, te sigo esperando otra vez. Por que te extraño desde aquel noviembre cuando soñamos juntos a querernos siempre. Me duele, este frio noviembre, cuando las hojas caen a morir por siempre...

Amores extraños - Laura Pausini

...Y cúantas noches lloraré por él. Cúantas veces volveré a leer aquellas cartas que yo recibía cuando mis penas eran alegrías. Son amores esporádicos, pero en ti quedarán. Amores, tan extraños que vienen y se van. Ya sabia que no llegaría, esta vez me lo prometeré, tengo ganas de un amor sincero. Ya sin él...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Melancia


Há meses que não escrevo algo assim para ninguém, e agora você me proporciona a oportunidade de escrever o que eu pensei que tão depressa eu não faria. O dia segue diferente de ontem. Hoje sobre as nuvens há um sol tímido que aquece lentamente as ruas daqui. É pouco mais de dez da manhã e eu reservo um tempo para escrever os meus infortúnios. Confesso que me falta coragem para insistir mais nesse relacionamento tão peculiar. Contudo se demonstrasse uma motivação interior de idéias transparentes, ou quem sabe uma inclinação de um desejo que me fizesse acreditar que em vão nada seria, eu acredito que desenvolveria a insistência tão logo que me surpreenderia com tal rapidez.
Relembro as conversas de questionamentos tortos, de caminhos obscuros que jamais outro par se proporia a oferecer um ao outro. Ainda que pouco sei de você posso detalhar o seu gosto pelo azul e as suas variantes, a sua espontaneidade pelos assuntos mais cautelosos, o seu senso de humor leve e a sua insistência de ocultar as respostas das minhas pertinentes perguntas insistentes.
Hoje mora aqui dentro um sentimento que chegou de pronto, ele já tinha ido há tempos e eu não mais me lembrava as suas reações adversas. De verdade, eu não fui tão esperto quanto eu pensei que poderia ser, caminhei pelo campo, descalço e desprotegido. Mostrei aquilo que sou sem censura e consenti a porta aberta como se tivesse coberto de alguma película indestrutível e impenetrável. Claro! Deixei que a minha própria sorte cuidasse do meu coração que acreditava na impossibilidade de acolher outro habitante.
Sinto a saudade daquilo que não tive, do abrigo que procurei, do olhar que nunca conheci, do som da sua voz que me fez feliz ao telefone. Provocando o meu riso de covinhas marcantes, o conhecimento que a minha presença instigava um movimento das suas pernas inquietas, da sua preocupação do encontro e do seu medo de apaixonar-se.
Deixo que parta, para que logo isso evapore de dentro de mim, para que eu possa relembrar desse momento como se fosse mais um dia que vivi apaixonado.
Não temo, ao contrário de você que não saboreia a melancia só por ela cometer o sacrilégio de conter sementes; vivo para amar, vivo para sangrar, vivo para viver, entre todos os possíveis cenários que o ser humano é capaz de criar e desenvolver-se.
Um beijo, fique bem e até logo.

domingo, 29 de novembro de 2009

O meu se


Sobre um céu chuvoso de domingo à noite, de um clima úmido de ruas molhadas daqui da janela do meu quarto eu confesso que declinei há dias escrever à você as minhas cotidianidades.
Em verdade eu não quero fazê-lo, não quero adiantar o meu temperamento.
Nesse final de semana último eu passei mais caseiro que o de costume. Em uma sexta-feira sem aula depois do trabalho eu relaxei sob um pijama amarelo listrado e um par de havaianas verde limão, foi o traje que me acompanhou por todo o final de semana tranqüilo. A chuva como outra aliada, constantemente golpeava as telhas fazendo aquele barulho típico de noite ideal para dormir. As músicas que eu ouvi foram tão variadas que rendeu até essa carta inesperada. De Antonio Vivaldi, passando pelas músicas deliciosamente latinas às canções contemporâneas americanas, sempre com um toque gentil da MPB que é de igual prazer. Assiste outra vez ao filme de Jane Austen, aquele estimulante romance do século XVIII.
Por incrível que possa parecer, se eu estivesse com você, ainda não sei o que exatamente eu faria, se levasse as minhas vontades a sério, acredito que nada me oporia a satisfazer os meus anseios, porém eu não conheceria seus desejos tampouco a sua maneira de viver singularmente.
Como de fato, eu não estava com você essa tarde e esse final de semana foi solitário. Embora eu não me queixe se a sua companhia é inconstante ou se a ausência é definitiva, só fantasio como seria se estive acerca.
Por fim, escrevi a você de forma rápida para que eu consiga ocultar os mais íntimos desejos que se assim não o fizer narrarei sem censura as minhas preocupações.
Agora você conheceu a síntese de como foi o meu final de semana e eu seria um tolo se confirmasse que não gostaria de saber como foi o seu.
Proponho constrangedoramente que você me escreva. Quero conhecer se suas noites foram isoladas ou coletivas, se o seu final de domingo foi preenchido pelo meu afastamento involuntário, assim para que eu leia cuidadosamente cada linha sua obtendo a mera opinião individual, por que o meu se é tão pertencente as minhas linhas, tal que o meu se é uma alusão ao que eu confio. Pura imaginação.

domingo, 8 de novembro de 2009

As gérberas do meu jardim


Eu amo você mãe, e as suas carinhas de corpo estremecendo quando vem querendo me abraçar. Dos seus “esquecimentos” do dia-a-dia e da sua maneira carinhosa de me dar tanto amor.
Eu amo você Pi. Gosto do seu jeito de pensar e a sua esperteza e inteligência, me orgulho dos seus resultados no trabalho, da sua simpatia em tratar as pessoas, embora como irmãos, às brigas aconteçam, elas compõem nosso universo fraterno.
Eu amo as meninas da faculdade, as meninas do trabalho. Dos temperamentos de cada uma.
Posso estar equivocado em descrevê-las assim, mas é a minha perspectiva que tem observado a maneira que eu me divirto com elas. São as cinco meninas mais “completantes” que existem.
Da faculdade tem a dançarina, a Hippie, que é fã de gatos, a pacificadora e diplomata, a leitora de séries infanto-juvenis, e da quase que não participa de nada. Vocês são o equilíbrio do Angelo, vocês são peças ímpares. Obrigado meninas, são amizades assim que o mundo precisa para fortalecer os laços de afeto e amor. Talvez o meu conhecimento sobre vocês seja limitado, mas é o que julgo o suficiente para dizer que adoro quando entro em uma conversa sobre Potter com a Mari e os livros e filmes que vimos ou daqueles que iremos ver, ou ainda quando discutimos sobre o delgado corpo da protagonista de Orgulho e Preconceito.
Das conversas entre seis e sete da noite, que a Elis e eu sempre trocamos, recheadas de injúrias do trabalho, lapsos da faculdade, desesperos e alegrias salpicadas, repetidas vezes, das nossas particularidades comuns. Gosto quando nos comunicamos por papeizinhos Lu, sempre é uma risada garantida, você se mostrou ótima desenhista, achei incrível o desenho da adaga fatal.
Da Flávia, a mocinha de letras grandes, de vestidinhos estilo hippie e da praticidade de escrever, capaz de resumir tudo em poucas palavras. Das expressões: “você é um sucesso” “Oi, pessoa” “você é exclusivo nosso”.
Da Marina, mesmo não aceitando nossos convites, é uma daquelas que fica quietinha, mas tem certa travessura no olhar, faz piada se cutucada. Enfim das nossas idas ao bar, das conversas paralelas na classe e da maneira como eu chamo vocês de mulheres e vocês me chamam de homem, do Adoro e Delícia.
Das outras mulheres... As com quem trabalho.
É o animo matutino. Criaturas que ajudam você a reconhecer a segunda-feira como o primeiro dia de trabalho e não desanimar. São mulheres simpáticas, bonitas e mandonas.
Da engenharia tenho a Dani, a Ana, a Monise e a Elis. (D.A.M.E). Elas me oferecem os melhores dias úteis que eu posso ter, são mulheres fantásticas, por isso todas comprometidas. Por que será?
Da Lançadoria tem as duas: Angelita e Monise. As maquiadoras, portadoras da beleza engarrafada, e competentíssima no que fazem. Às vezes milagres.
Da mulher de longe. Tem a Mariann que eu amo de paixão, dos nossos vocabulários pessoais, nossas histórias entrelaçadas, nossas músicas compartidas. Nosso, é o nosso pronome. Das cartas que trocamos, das músicas que ouvimos, do período que sentimos, tudo fazemos juntos, a quilômetros de distância.
Da minha vizinha, amiga de rua e infância. Da Amandoca. Sou muito feliz por conhecê-la, das conversas de fim de semestre na calçada, na sorveteria, gosto do nosso modo de falar do passado, dos planos do futuro. Ainda que a vida seja para nós, muito agitada, é impossível esquecer você.
Contudo são mulheres, cada uma com uma particularidade, como são inovadoras, espertas. É incrível que nenhuma tenha o mesmo brinco, o mesmo sapato, a mesma roupa e às vezes não compartilham das mesmas idéias. São mulheres fantásticas assim, que vivem na minha vida, me dá alegria gratuita, amizade necessária e uma vontade imensa de agradecer todo dia a Deus por ser tão abençoado.
Havia tempo que eu queria escrever isso, mesmo agora, nessa tarde de domingo nublado de céu cinza. Escuto músicas e dividido o olhar entre o computador e o comportamento do tempo, tardando as coisas da faculdade.
Escrevo a vocês para que saibam, aqui existe um ser humano, um menino bobo de atos impensados, de alegria nos olhos e feliz por nascença, que deseja o melhor a cada uma de vocês e que espera sinceramente que aconteçam somente coisas boas, e se inevitável aconteça as ruins, eu talvez possa ajudar. Sorriam mulheres, vocês são as gérberas do meu jardim. Eu as amo.